Quer Investir em Fundos Imobiliários? Conheça as 7 vantagens!

Atualizado: 30 de ago.
Você já investe em Fundos Imobiliários? O que está esperando? Neste artigo vamos falar sobre sete vantagens de se investir nesta classe de ativo.

Nos últimos anos os brasileiros começaram a investir cada vez mais nesse tipo de ativo, principalmente em busca de uma maior rentabilidade.
Para aprofundar o tema, explore também conteúdos sobre fundos imobiliários.
A base de investidores em fundos imobiliários cresceu fortemente nos últimos anos, ampliando a liquidez e a popularidade dessa classe de ativos. Como esse número muda continuamente, é mais útil analisar a estrutura e a qualidade de cada fundo do que usar uma estatística antiga de crescimento como argumento de investimento.
De acordo com a B3, de dezembro de 2018 até janeiro de 2022, esse número saiu de 208 mil e atingiu o patamar de 1,583 milhão de investidores.
Os Fundos de Investimentos Imobiliários foram instituídos pela Lei nº 8.668/93, a qual dispõe sobre a sua constituição e o seu regime tributário, e dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro).
São um veículo coletivo oriundo da comunhão de recursos captados por meio do Sistema de Distribuição de Valores Mobiliários, e constituídos sob a forma de condomínio fechado.
Contam com uma gestão profissional que aplica os recursos do fundo no Mercado Imobiliário. Dessa forma, o seu portfólio é composto por ativos desse mercado.
Os Fundos Imobiliários são divididos em cotas, que são negociadas na bolsa de valores (B3).
Veja o nosso artigo Como Investir na Bolsa de Valores: Passo a Passo para Iniciantes.
1. Renda Mensal
Por meio desse tipo de investimento você poderá receber dividendos todos os meses.
De acordo com a lei nº 8.688/93, que dispõe sobre a constituição e o regime tributário dos Fundos de Investimento Imobiliário e dos Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro), os fundos deverão distribuir a seus quotistas, no mínimo, 95% do lucro que eles apuraram no semestre, segundo o regime de caixa.

Nesse sentido, apesar de não ser uma garantia legal, a maioria dos Fundos optam por realizar esse pagamento de forma mensal.
Ressalta-se que durante a fase de acumulação, principalmente, momento em que é essencial realizar o reinvestimento dos proventos recebidos, essa frequência de pagamento dos fiis o ajudará a visualizar melhor o crescimento de sua renda, mês a mês, de forma mais clara.
Neste tipo de investimento é visível, de forma mais imediata, o crescimento da bola de neve, possibilitado pelo poder dos juros compostos.
Para aprender a investir em Fundos Imobiliários com segurança, e viver de renda, indicamos o Curso Investindo em Fiis do Professor Baroni. Em nossa opinião é o melhor curso sobre o assunto disponível atualmente, e vale muito a pena.
O Professor Baroni, autor do curso, é analista CNPI e um dos maiores especialistas do mercado imobiliário.
2. Previsibilidade
Os FIIs podem distribuir rendimentos com frequência, o que facilita o acompanhamento do fluxo de caixa. Ainda assim, o valor pago não é fixo: vacância, inadimplência, juros, indexadores, revisões de contratos e decisões da gestão podem fazer os rendimentos variar.
Ao contrário das ações, é bem mais fácil para o cotista de fiis, estipular quanto e quando os rendimentos serão pagos.
Essa previsibilidade possibilita que os cotistas se organizem melhor financeiramente. Isso também torna os fundos imobiliários um ótimo veículo para geração de renda extra/complementar ou com objetivo previdenciário.
3. Facilidade
O brasileiro é um povo familiarizado com imóveis por natureza, pois está em sua cultura, o que ajuda no entendimento dessa classe de ativo e facilita a sua análise, principalmente se comparada à de ações.

Os relatórios gerenciais dos fundos são transparentes e compreensíveis. Essa facilidade ajuda a gerar segurança, economia de tempo, e de dinheiro.
4. Benefícios Tributários
Para pessoas físicas, a isenção de imposto de renda sobre os rendimentos distribuídos por FIIs depende do cumprimento dos requisitos legais. Entre eles estão negociação das cotas em bolsa ou mercado organizado, pelo menos 100 cotistas e limites de concentração do próprio investidor. Como regras tributárias podem mudar, confirme a legislação vigente antes de investir.
O fundo deve ter no mínimo 50 cotistas;
O fundos deve ser exclusivamente negociado em bolsa ou mercado de balcão organizado;
O investidor tem que possuir menos de 10% das cotas.
Dessa forma, os dividendos dos fiis são isentos de IR para pessoas físicas, mas no caso de ganho de capital, onde o investidor realiza uma operação de venda de cotas de fii com lucro, é necessário pagar 20% de imposto de renda sobre sobre o ganho líquido.
Nesse caso de ganho de capital, a incidência do imposto não é automática, então o investidor deve realizar o recolhimento da tributação no mês seguinte à venda das cotas, por meio de um DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais).
5. Liquidez
A Liquidez dos Fundos Imobiliários é bem maior do que a verificada nos imóveis físicos.
As cotas de Fiis são facilmente negociadas por meio da bolsa de valores.

Ao contrário de uma negociação de um imóvel físico, de menor liquidez, que geralmente leva meses ou até mesmo anos, você pode comprar ou vender uma cota de um Fundo Imobiliário em segundos.
6. Acessível
O valor inicial para investir em Fundos Imobiliários é baixo, o que permite o investimento no mercado imobiliário mesmo com pouco dinheiro.
Uma vantagem prática dos FIIs é permitir a compra de uma única cota, tornando o acesso ao mercado imobiliário muito mais simples do que a aquisição direta de um imóvel. O preço da cota varia diariamente e, sozinho, não indica se o fundo está barato ou caro.
Ressalte-se que na maioria das corretoras não há cobrança da taxa de corretagem para comprar ou vender cotas de Fundos Imobiliários.
É um tipo de investimento bastante acessível, principalmente se comparados aos imóveis físicos, que são caros, e acompanhados de altos custos transacionais, tais como impostos, taxas, entre outras despesas características de imóveis físicos.
7. Volatilidade
FIIs são ativos de renda variável e podem sofrer quedas relevantes. Em alguns períodos podem oscilar menos do que determinadas ações; em outros, juros, crédito ou problemas imobiliários podem pressionar fortemente as cotações. Não trate baixa volatilidade como característica garantida da classe.

A volatilidade do Ifix (Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários) é em torno de 1/3 a volatilidade do Ibovespa (Índice Bovespa).
Destaque-se que historicamente os Fundos Imobiliários têm entregado um ótimo retorno, acompanhado de uma baixa volatilidade.
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No Curso Investindo em Fundos Imobiliários, você aprenderá a investir nos melhores imóveis do país, sem precisar de muito dinheiro, e como receber rendimentos mensais de forma passiva.
O Professor Baroni, autor do curso, é analista CNPI e um dos maiores especialistas do mercado imobiliário. Professor há 20 anos em cursos de Graduação e MBA nas áreas de Gestão de Projetos e Processos, é graduado na área de Tecnologia da Informação e pós-graduado em Educação.

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Equipe Sago Investimentos
Sobre o autor
Paulo Vasconcelos é editor do Sago Investimentos e responsável pela revisão editorial deste conteúdo.
DISCLAIMER: Esse artigo não se trata de recomendação de compra ou de venda de qualquer ativo do mercado financeiro. Esse conteúdo representa apenas a nossa opinião sobre economia, investimentos e o mercado financeiro.





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