
Inflação de 2024: Focus projetava 3,87% em janeiro

Atualizado: 23 de set.
Mercado financeiro reduziu a projeção para 3,87% na edição de 15 de janeiro de 2024

Publicado em 15/01/2024
Na edição de 15 de janeiro de 2024 do Boletim Focus, a mediana das expectativas para o IPCA de 2024 caiu de 3,90% para 3,87%. O número permanecia acima do centro da meta, de 3%, mas dentro do intervalo de tolerância de 1,5% a 4,5%.
O que o Focus projetava para a inflação em 2024
Naquele levantamento, o mercado reduziu a projeção para o IPCA de 2024 de 3,90% para 3,87%.
A projeção de 3,87% estava acima do centro da meta de 3%, mas dentro do intervalo de tolerância de 1,5% a 4,5%.
Para 2025, a mediana projetada era de 3,50%. Para 2026 e 2027, a projeção também permanecia em 3,50%.
Na data da publicação, a Selic estava em 11,75% ao ano e seguia como o principal instrumento de política monetária do Banco Central para controlar a inflação.
Na reunião de dezembro de 2023, o Copom havia sinalizado que o ritmo de cortes de 0,50 ponto percentual poderia continuar nas reuniões seguintes, caso o cenário evoluísse como esperado.
O Focus projetava Selic de 9% ao ano no fim de 2024.
Para 2025, a mediana era de 8,5% ao ano. A mesma projeção de 8,5% aparecia para 2026 e 2027.
Para o Produto Interno Bruto (PIB), o Focus mantinha projeção de crescimento de 1,59% em 2024.
Para 2025 e 2026, a estimativa de crescimento permanecia em 2%.
A revisão de 3,90% para 3,87% representava uma melhora marginal nas expectativas naquele momento.
Ainda assim, a projeção permanecia acima do centro da meta, o que mantinha a inflação no foco das decisões de política monetária.
Essas projeções não eram garantias: as decisões seguintes do Copom dependeriam da evolução da inflação, das expectativas e da atividade econômica.
A projeção de crescimento de 1,59% para o PIB completava o cenário apresentado pelo Focus, refletindo as expectativas de mercado disponíveis em janeiro de 2024.
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Sago Investimentos
Sobre o autor
Paulo Vasconcelos é editor do Sago Investimentos e responsável pela revisão editorial deste conteúdo.
DISCLAIMER: Nossos artigos não se tratam de recomendação de compra ou de venda de quaisquer ativos do mercado financeiro.





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